Viradouro – Seamstresses Get a Climate-Controlled Workshop

Viradouro – costureiras ganham sala climatizada
Para um grupo de 30 profissionais responsáveis pela confecção das 2.500 fantasias das 23 alas que vão ilustrar o desfile da Viradouro este ano, o expediente no barracão da escola está sendo marcado pelo ineditismo. A equipe formada por modelistas, costureiras, cortadores e aderecistas que estão dando forma às fantasias criadas pelo carnavalesco Tarcísio Zanon para o enredo “Pra cima, Ciça!”, está tendo o privilégio de dar expediente num ambiente totalmente climatizado, e onde até o pré-Carnaval de 2025 a sensação térmica atingia mais de 50°.
A primeira sala de costura climatizada da Cidade do Samba, onde a temperatura gira em torno de 22º, demorou um mês para ser construída. Envolveu carpinteiros, pedreiros, vidraceiros e eletricistas, que trabalharam no rebaixamento de teto, alteração na parte elétrica, instalação de novas janelas, reposicionamento de portas, instalação de novos ventiladores e de um sistema de exaustão. São 300m2, que contam com dois aparelhos de ar condicionado de 60 mil BTUs cada.
“Era complicado conseguir trabalhar aqui, no auge do verão. Dependendo do horário, não tinha ventilador que desse vazão. À medida que ela iam avançando com o trabalho tinha a quentura das máquinas e a pilha de fantasias ia subindo ao lado delas. Chegava fácil a mais de 50º de sensação térmica”, conta Alessandra Reis, responsável pelos ateliês de fantasias da Viradouro.
Denise Correia, costureira da Viradouro desde 2006, endossa as palavras de Alessandra e diz que, com a novidade, a produtividade até aumentou. “A gente vem trabalhar até mais feliz!”, comemora ela.
Para Alex Fab, diretor de carnaval, a ideia de projeto que a escola começou a implantar quando retornou ao Grupo Especial em 2018 já vem dando ótimo resultado.
– O importante é que, com a qualidade do trabalho que está sendo feito na escola, continuamos quebrando paradigmas e contribuindo, não só com o crescimento da Viradouro, mas também influenciando positivamente as nossas coirmãs. A estrutura que foi implantada na Viradouro, a de valorização da equipe, permite que a escola fique cada vez mais firme pra definir e trilhar os seus próprios caminhos, independentemente da minha direção. Uma cultura que já faz parte do DNA da empresa Viradouro.
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Viradouro – Seamstresses Get a Climate-Controlled Workshop
For a group of 30 professionals responsible for producing the 2,500 costumes of the 23 sections that will bring Viradouro’s parade to life this year, the work routine at the school’s warehouse has been marked by an unprecedented development. The team of pattern makers, seamstresses, cutters, and costume artisans shaping the creations designed by carnival designer Tarcísio Zanon for the theme “Pra cima, Ciça!” now has the privilege of working in a fully air-conditioned environment—where, until the pre-Carnival period of 2025, the heat index used to exceed 50°C (122°F).
The first climate-controlled sewing room in Cidade do Samba, with temperatures averaging around 22°C (72°F), took a month to build. The project involved carpenters, bricklayers, glaziers, and electricians, who worked on lowering the ceiling, modifying the electrical system, installing new windows, repositioning doors, and adding new fans and an exhaust system. The 300-square-meter space is equipped with two 60,000 BTU air-conditioning units.
“It was difficult to work here at the peak of summer. Depending on the time of day, no fan could handle it. As the work progressed, there was the heat from the machines and the growing pile of costumes right next to them. The heat index easily went above 50°C,” recalls Alessandra Reis, who oversees Viradouro’s costume ateliers.
Denise Correia, a Viradouro seamstress since 2006, echoes Alessandra’s remarks and says that productivity has even increased with the new setup. “We come to work much happier now!” she celebrates.
For Alex Fab, the school’s carnival director, the project concept that Viradouro began implementing when it returned to the Special Group in 2018 has already been yielding excellent results.
“The most important thing is that, with the quality of the work being done at the school, we continue to break paradigms and contribute not only to Viradouro’s growth but also to positively influencing our sister schools. The structure implemented at Viradouro—one that values its team—allows the school to become increasingly strong in defining and following its own path, regardless of my leadership. It’s a culture that is now part of the DNA of the Viradouro organization.”
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